Transeuntes e suas bicicletas


O ensaio fotografico #BikeNYC, captado pelo fotografo americano Dmitry Gudkov, tem circulado a internet e chamado a atenção. Gudkov sai pelas ruas de Nova York com sua câmera com a intenção de captar a pequena parcela da população que tem a bicicleta como um meio de transporte sustentável, saudável e eficaz. 
O legal é que em suas fotografias você percebe nitidamente como esse meio de transporte que parece ser impossível nas cidades grandes, são apreciados e usados por pessoas das mais diversas idades, origens e estilos. Em uma cidade aonde o excesso de carros dificulta a chegada ao trabalho, algumas pessoas optam pelas tradicionais bicicletas, e ao mesmo tempo de estarem contribuindo para o meio ambiente, também se exercitam. 
Confiram algumas imagens captadas pelo cara, e se deixe inspirar por elas, quem sabe assim não conseguimos trazer para as ruas mais pessoas usando suas bikes e se sentindo satisfeitas por isso, não é mesmo?










Fotos: @ Dmitry Gudkov

E ai, gostaram? Pois saiba que no Brasil também existe um projeto idêntico, que valoriza a inserção das bicicletas nas grandes (e pequenas) cidades. O projeto se transformou em um livro chamado Livro Eu Amo Bike, e parte valor arrecadado é doado para ONGs de pró-mobilidade, tais como Ciclocidade e Transporte Ativo e o movimento Vá de Bike. Pela fanpage do projeto você pode ver várias fotos de brasileiros com suas bikes e também enviar a sua para ser compartilhada. :)

 Eu Amo Bike – 50 histórias de quem ama andar de bicicleta 

Via, 1 e 2.




Alessandra Sanguinetti é uma fotografa nova-iorquina nascida em 1968, especializada em fotojornalismo. Alessandra passou parte de sua vida residindo na Argentina, de 1970 até 2003, e por lá e outros lugares do mundo registrou fotografias lindas para o seu belíssimo portfólio. 
Dona de trabalhos como Palestine (2004) e Sweet Expectations (1992), a fotografa aborda em seus temas duas vertentes bem peculiares que se diz respeito à cultura e infância. Embora estes temas estejam bem presentes em suas fotografias, um dos seus trabalhos mais marcantes e emocionantes é o The Adventures of Guille and Belinda and The Enigmatic Meaning of Their Dreams (2004) — “as aventuras de Guille e Belinda e o enigmático significado de seus sonhos”, que levou quase 10 anos para ser finalizado. 
Neste trabalho, Alessandra aborda a relação intimista entre duas primas inseparáveis, Guille e Belinda (9 e 10), que vivem em uma fazenda próxima a Buenos Aires.
O trabalho iniciou-se em 1999, e então, Alessandra dedicou-se a registrar a relação entre as jovens inseparáveis, e de forma encantadora ela consegue transcender sua fotografia para um mundo de sonhos, fantasias, medo e fragilidade.
Alessandra eternizou este seu trabalho em um livro, e ao caminhar sobre as páginas o que se vê é um pouco deste mundo encantador, misterioso e enigmático que aborda a transformação do corpo de uma criança até uma mulher adulta, e como isso interfere na percepção de suas fotografias, sem deixar de perder a estética encantadora dos sonhos. 
Essas imagens foram divulgadas em 2004, porém, só dez anos depois veio a ser finalizado, com uma projeto paralelo intitulado The life that came(2009) - 'A vida que surgiu', traz já as duas primas em fase adulta de suas vidas, e ainda assim, inseparáveis.












Via.




O fotografo britânico Carl Warner é conhecido por suas incríveis fotografias usando diferentes elementos icônicos para criar uma paisagem exótica e transformadora. Em uma de suas séries mais recentes, intitulada 'Bodyscapes', o fotografo cria paisagens usando corpos nus em suas diversas curvas. 
Usando manipulação digital, Warner usa a técnica de sobreposição para compor sua arte, e de maneira incrível cria-se uma paisagem formada por corpos que se confundem com um deserto ensolarado e quente.








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Um vídeo muito bacana está circulando a internet e chamando a atenção, criado pela americana KB Creative Lab, o 'Porn Sex x Real Sex' é um vídeo criativo e bem humorado que representa, através de alguns alimentos bem comuns do nosso dia a dia, a diferença (em percentuais) das relações sexuais normais, e as relações sexuais dos vídeos pornográficos. 






Via.


No dia a dia, estamos cercados de cores que fazem presente em praticamente tudo que olhamos. As flores de uma rua, as frutas e legumes na bancada da feira, as tendas dos comércios, os muros coloridos, enfim, é uma infinidade que roubam os nossos olhos. 
Pensando nessa constante presença das cores no dia a dia de cada um, o fotógrafo Paul Octavious desenvolveu o 'The Pantone Project', sua ideia é simples e subjetiva, ele é viciado em combinação de cores, e por isso ele anda sempre com o seu celular nas mãos, seu Instagram conectado, e vai fazendo todas as combinações possíveis do seu cotidiano com as palhetas de cores Pantone. 





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Via.



Fica.







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