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As casas voadoras de Laurent Chehere


Você já imaginou como seria a vista de uma casa flutuando pelo céu? Certamente seria uma das coisas mais exóticas que você teria visto. Como essa realidade ainda é um tanto quanto restrita e difícil de se ver -mas imaginando é algo fascinante- a fotografa Laurent Chehere fez um projeto lindinho chamado “Flying houses”, aonde com o uso da fotografia e do photoshop, Chehere faz casas lindas, flutuando pelo céu.



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Se tem algo que fala muito a seu respeito é sua casa. Costumo dizer que depois dela o seu quarto consegue revelar ainda mais coisas sobre você. É impressionante toda essa ligação, se pararmos para analisar, nossa casa é como um templo, ali depositamos do nosso modo várias formas de expressar nosso universo interior. 
Pois bem, filosofia a parte, vamos ao ponto chave do post, toda essa peculiaridade transmitida por cada casa é o que inspirou o artista, fotografo de moda e ilustrador californiano, Todd Selby, a criar o projeto 'The Selby', fundado em 2008 com o intuito invadir a casa de pessoas criativas e ver como é lá dentro, sua decoração, seu espaço e o que ela pode dizer a respeito daquele ser de alma tão criativa.
O resultado é extremamente bacana, para aqueles que se interessam por decoração, é certo que vão se apaixonar, são ambientes derivados com cores, objetos, formas e iluminação que faz encantar, tudo com a participação dos seus respectivos donos. O projeto que já ganhou até mesmo uma versão em livro, de tão acessado e procurado, já fotografou a casa de pessoas como Alexandre Herchcovitch, Erin Wasson, Pharrell Williams, Marcelo Rosenbaum, Alexander Wang entre outros. 
Agora é com você, fique totalmente a vontade para entrar neste universo de criatividade e conhecer um pouco mais dessas casas que fazem apaixonar. E o melhor de tudo é que você pode entrar em bater a campainha! ;)













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A arte de ser arquiteto


Hoje passei a tarde em um evento de arquitetura que aconteceu aqui em Belo Horizonte, com a intenção de divulgar a segunda edição da Revista Parayba, produzida pelos jovens pesquisadores da Escola de Arquitetura da UFMG, lá conheci pessoas, conferi o trabalho e mais uma vez me dei conta de que a maioria dos meus amigos são estudantes de Arquitetura. Ironia ou não, acho extremamente exótico e legal isso. Bom, chegando em casa fui pesquisar algumas coisas relacionadas a essa área e me deparei com um artigozinho ótimo que integra a arquitetura com a arte, a filosofia e a literatura, traduzindo a essência desta profissão de maneira simples e apaixonante.


Quanto à arquitetura, é preciso compreender as forças por trás das formas. Arquitetura, pois, como matéria da filosofia, da literatura, das artes visuais; arquitetura, assim, como máquina fabricante de conceitos; o arquiteto, amigo do filósofo, do escritor, do artista, é também amigo do conceito. Ou seu traidor: melhor isso do que torná-lo pétreo.

Arte constrangida pela ciência, a arquitetura é física aplicada: "a forma vem, a gravidade empilha" – memorável frase de Helena Xavier. É, também, biologia aplicada: forma de pele necessária para a adaptação vital do homem ao ambiente. É geologia: o exoesqueleto humano na proposição do filósofo Manuel de Landa. Na prancheta, seja analógica ou digital, ela é geometria e cálculo, matemática aplicada. No canteiro, no agenciamento do trabalho dos operários da construção, a arquitetura é antropologia; nos canteiros das pobres metrópoles da “grande periferia”, ela é a arqueologia das mãos mais ásperas e dos rostos mais sofridos. Na extensão das cidades, a arquitetura se faz geografia e traz materialidade à história.
Rechaço absoluto ao ponto de vista que deseja à arquitetura o status de ciência do artificial, justamente em oposição as ditas ciências naturais. Nada mais natural que a arquitetura, e nada mais natural, ao homem, que a projetação, neologismo emprestado do italiano, compreendido aqui como teia contínua de ajustes necessários à dialética implicada ao homem e seu espaço.
Na tensão entre a invenção e a descoberta, entre a ilusão e a percepção, entre intuição e tradução, entre tradição e traição, a arquitetura é a obra dentro da obra dentro da obra. Eterna, etereamente, mise em abyme.
Desde este ponto de vista (que é, por natureza, pura relatividade), é preciso pensar as formas através das quais a arquitetura acontece. A idéia de projeto como intrincado cognitivo do pensamento: o contexto, o problema, a forma que soluciona um problema num contexto. A construção, os modos de produzir a arquitetura, implicações entre ideologia e tecnologias. Das coisas (intangíveis, situadas no domínio virtual) nascem coisas (tangíveis: com corporeidade no mundo real), livremente introduzindo a expressão de Bruno Munari, e então outro círculo, uma nova volta dialética. A expansão do campo dos possíveis: onda que se observa como partícula quando já outra onda se forma. Um verbo que funda um substantivo: construir uma casa, por exemplo.
Assim, o desenhador (o sujeito epistêmico da arquitetura), debruçado sobre um problema aparentemente banal – a casa para uma família composta por pai, mãe e dois filhos ainda crianças, que desejam gastar o menos possível, mas que a casa seja ampla, bem iluminada e arejada, que seja durável, fácil de manter, com possibilidades de se adaptar, que seja econômica em relação aos custos de água e energia, que seja bonita, um lugar para sonhar –, mas totalmente particular, ainda que absolutamente geral, saberia que não existe uma única, nem sequer uma melhor, solução: saberá que a casa é um continente que, por definição ontológica, está além do arquiteto, e o que o arquiteto pode almejar é, tão somente, uma aproximação.

(ANDRADE, Leandro, 2012)



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A arte de ser arquiteta por Bruna Canepa


Não tem como negar, o visual sempre chama primeiro a atenção. Assim acontece com as artes, ao cinema e a arquitetura. Bruna Canepa é aquele tipo de arquiteta que ganha nossa atenção pelos seus traços e cores marcantes, em seu site você conhece um pouco mais de seus trabalhos e projetos. Suas ilustrações ganham vida e um ar mais divertido.




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Interior








O arquiteto madrileno Luis Urculo criou uma maneira diferente de representar clássicos da arquitetura apenas empilhando objetos do nosso cotidiando. No video que se segue ele usou vários objetos e materiais domésticos para representar obras arquitetônicas famosas.

MaRio de Janeiro Testino | Book

 
Mario Testino é um dos mais cobiçados e adorados fotografos de moda do mundo. Mario é Peruano, mas atualmente mora em Londres, e sempre foi apaixonado pelo Brasil, mais em especifico pela cidade maravilhosa, o Rio de Janeiro. Para representar toda essa paixão pelo Brasil, pela cidade e pelo povo, foi que lançou o livro MaRio de Janeiro Testino (editora Taschen, 2009).
São 200 páginas com maravilhas do Rio, caminhando da natureza, à arquitetura e à pessoas lindíssimas, como é o caso de alguns modelos que pousaram para Mario; Isabeli Fontana, Daniela Sarahyba, Emanuela de Paula, Fernanda Tavares, Gisele Bündche, Roberta Close, Carlos Bockelman, Cauã Reymond, Rodrigo Calazans, Antonio Pedro Fonceca, Rodrigo Santoro, Felipe Hulse, Rômulo Arantes, Lucas Brandão, Rodrigo Hilbert e Fernando Fernandes, além de fotografar a beleza do carnaval carioca.
O livro traz um prefácio lindo escrito por Caetano Veloso e a introdução por Regina Casé. Além do mais, Mario Testino, ganhou o titúlo de melhor cidadão a representar a cidade artisticamente falando, no ano passado, juntamente com a Medalha Tiradentes pela Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro. Confiram algumas imagens do livro


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